Viktor Orbán, o presidente húngaro autocrático e firme aliado russo, admitiu a derrota na eleição nacional do país no domingo, pondo fim ao seu reinado de 16 anos no poder, segundo relatos.
A Associated Press informou que com 60% dos votos contados, o partido do líder da oposição Peter Magyar detinha 52% dos votos em comparação com os 38% de apoio de Orbán. Orbán descreveu a derrota como "dolorosa".

"É um grande golpe para Orbán, o líder da União Europeia há mais tempo no cargo e um dos seus maiores antagonistas, que percorreu um longo caminho desde os seus primeiros dias como um liberal anti-soviético incendiário até ao nacionalista amigo da Rússia admirado hoje pela extrema-direita global", relatou a AP.
Trump apoiou Orbán numa publicação no Truth Social na sexta-feira, chamando-o de "um líder verdadeiramente forte e poderoso". Trump acrescentou que os EUA estavam prontos para "fortalecer a economia da Hungria", se Orbán vencesse.


